Treinamento corporativo: 6 ações para NUNCA fazer

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Está muito enganado quem pensa que uma aula, um treinamento corporativo, uma palestra se resume à apresentação de slides. O segredo está em pensar, sempre, em quem vê o curso. Ou seja, o público vem sempre em primeiro lugar. Mesmo que haja uma grande vontade de repetir um treinamento, a primeira premissa do design instrucional é a de que todo treinamento é único.

Por isso é importante ter estas seis lições em mente ao pensar o treinamento corporativo. Elas são essenciais para um design instrucional pensar no que NUNCA fazer num treinamento, do ponto de vista do conteúdo:

Pessoas pensando e trabalhando

Nunca fale com o cliente: há muitas metodologias e teorias sobre como implementar um projeto. E todas elas partem do alinhamento com o cliente, seja empresa ou escola. É importante ouvir as necessidades do cliente para oferecer a melhor solução.

Só fale com o cliente: o design instrucional tem um ciclo com importantes etapas de desenvolvimento e fundamentação que independem do cliente. Nem sempre a avaliação interna é totalmente assertiva. A visão externa dos objetivos traçados e fundamentados é essencial – e quem detém estas ferramentas é o designer instrucional.

Comece pelo PPT: a apresentação de slides é uma facilitação para que o conteúdo flua. Do briefing/diagnóstico são traçados objetivos para um determinado público, num certo tempo de treinamento (4h, 8h, 16h de aulas) e o prazo de aplicação (uma semana, um mês, um trimestre, etc.). Determinar os recursos, incluindo aqui o Power Point, é um dos trabalhos, que é tão importante quanto entender o local das instalações. A aplicação deve ser pensada (em sala de aula, ao ar livre, num salão de hotel, etc.) tanto quanto o instrutor deve ser selecionado de acordo com o tema e com o público. A partir daí, então, é que se inicia a modelagem do plano de aulas. Viu como o .ppt é só uma das etapas?

Recheie com animações e transições: aqui vale um único mantra – o treinamento visa a um objetivo e esta meta pode ser totalmente distorcida por distrações dos participantes com slides bonitinhos ou, o que é pior, de má qualidade. Cuidado! “Ah, então eu não posso trocar o Power Point por Prezi?”. O segredo não está na ferramenta (todas têm suas características e qualidades), mas em como usá-la para alcançar o objetivo do treinamento.

Deixe-se seduzir pelo filminho: vídeos são poderosas ferramentas para reforçar um conceito, traduzir uma metáfora ou fazer uma transição no treinamento, mas não devem ser a base de todos os treinamentos. Estar sempre atualizado é uma importante lição – e garante um repertório mais poderoso em sala de aula.

Foque somente no tema: nunca esqueça que o briefing e a entrega devem estar alinhados. O tema do treinamento pode ser qualquer um desde que as metas de aprendizagem estejam claras e elas sejam atingíveis. Existe um ciclo a ser seguido em todo treinamento eficaz, entenda isso primeiro e depois parta ao tema.

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Postado por: Sistema ACAD - 28/mar/2017

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